Sobre a Piranha Filmes

Retrato de duas mulheres sorrindo diante de um fundo azul-claro. À esquerda está Jade Azevedo, com cabelos escuros ondulados, óculos redondos, brincos grandes dourados e camisa clara com estampas geométricas coloridas. À direita está Janaina Moraes, com cabelos ruivos cacheados, piercing no nariz e camisa clara com estampas pequenas de palmeiras. Ambas estão posicionadas lado a lado, olhando para a câmera.

Quem faz a Piranha Filmes

Piranha Filmes é o resultado da colaboração entre duas produtoras que se conheceram em Cuba. Uma goiana e uma paranaense que unem suas habilidades para criar conteúdo de alta qualidade, contar histórias que inspiram e oferecem uma perspectiva inovadora.

Uma produtora que transforma ideias  em conteúdo audiovisual criativo, com diferentes linguagens para cinema e conteúdos para outras plataformas,buscando o equilíbrio e o respeito pelas histórias. 

A palavra “piranha” é derivada da linguagem dos índios Tupis, nativos do Brasil. Ela é a junção da palavra tupi pira, ou “peixe” e ranha, que significa “dente”. Genuinamente latinoamericana, a Piranha Filmes nasceu da vontade de atravessar as barreiras de mercado e abrir espaço para incubar e criar histórias que não encontram saída em lagos de peixes grandes.

Tal qual o peixe, a produtora se inspira na potência que tem a coletividade no planejamento e construção de projetos que possam abrir caminhos para novas formas de contar histórias.

Retrato de Janaina Moraes sorrindo para a câmera, em frente a um fundo liso azul-claro. Ela tem cabelos cacheados ruivos, na altura dos ombros, e usa piercings no nariz. Veste uma camisa clara com estampa de pequenas palmeiras verdes. A imagem transmite uma expressão acolhedora, simpática e descontraída.

Janaina Moraes

Produtora criativa e especialista em narrativas transmídia, com mais de 10 anos de experiência no campo audiovisual, possui pós-graduações em Interatividade (Brasil) e em Cinematografia e Novas Narrativas Digitais (Cuba). Seus projetos, desde 2017 já participaram de mais de quinze festivais, além disso, já colaborou com instituições como a Secretaria de Cultura da Cidade do México, BBC, RedBull Brasil e Netflix.

Entre seus trabalhos destacam-se os Cuando se Calme la Lluvia (El Salvador) e Lui (Brasil),, além de projetos interativos e transmídia. Atualmente, lidera a produção executiva de Macondamérica, um documentário em desenvolvimento sobre a identidade latino-americana.

Atuou como assistente no departamento de Formação e Indústria do Festival Internacional de Cinema da Costa Rica (CRFIC), participou de mercados e festivais no México e em Cuba, e atua como docente ministrando oficinas e masterclasses em instituições do Equador, Guatemala, México, Cuba e Brasil. Desde 2022, colabora com o Centro de Cultura Digital no México, ensinando produção audiovisual e narrativas interativas.

Retrato de Jade Azevedo sorrindo e olhando para a esquerda, em frente a um fundo liso azul-claro. Ela tem cabelos cacheados castanhos, usa óculos de armação escura, brincos longos e aparelho ortodôntico. Veste uma camisa clara com estampas geométricas coloridas em tons de laranja, vermelho, verde e azul. A fotografia transmite espontaneidade, alegria e descontração.

Jade Azevedo

Produtora criativa, diretora e jornalista. Cursou TV e Novas Mídias na Escola Internacional de Cinema e Televisão de San Antonio de los Baños (EICTV), em Cuba, de 2014 a 2017. 

No Brasil, trabalhei principalmente com produção criativa, produção executiva, assistência de produção e direção de documentários (curtas- metragens, longas-metragens e transmídia).

Como jornalista e criadora de conteúdo para novas mídias, trabalhei entre 2020 e 2021 no Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), uma das redes que faz parte da Via Campesina Internacional.